terça-feira, 8 de novembro de 2011

Definições


"Sou de áries, cachorro no chinês. Fico bem de marrom, mas estou numa fase azul-marinho. Adoro sorvete e não tenho alergia a bijouterias. Mas fui picada por alguma coisa power no reveillon em Maresias e tive que tomar anti-alérgico... Gosto do número 1 e do número 4. Já li mais do que consigo me lembrar. Vi menos cinema do que gostaria. Canto direitinho, mas não tenho vozeirão. Cozinho bem, mas meu irmão Chef veio morar comigo e roubou a cena... Prefiro fazer teatro a ver... sei umas poesias de cor. Tenho péssima memória, mas entendo bem a moral das histórias. Meu melhor sentimento é a compaixão. Ah! E eu sou a única pessoa que eu conheço que escorregou de verdade numa casca de banana... Sou alguém muito feliz que ja foi a Paris 4 vezes. E alguém muito triste que já perdeu mãe e filho... Mas não tenho pena de mim. Só me acho muito bacana..."
Achei em algum lugar esta descrição de mim mesma, que postei, há um tempão, numa rede social. Acho que mudou pouca coisa, fora o fato que já fui mais vezes a Paris e não posso mais tomar sorvete. Depois desse reveillon em Maresias, já fui pra Buenos Aires, pro Rio de navio (rimou) e pra República Dominicana. Ah! E meu irmão não mora mais comigo. Sou, de novo, a rainha das minhas panelas...

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

resoluções de fevereiro

Acho que ando muiiito preguiçosa. Isso tem que acabar! Vou escrever mais.
Hoje, por exemplo, a grande consideração do dia é pela busca de uma vida mais saudável, sob todos os aspectos. Principalmente emocional. A gente se acaba em "diálogos internos"...
O conflito está dentro de você.
E o pior é que a coisa cresce e você acaba brigando com o mundo! Às vezes, por nada!
Meu coração anda pesado e eu preciso deixá-lo leve.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

I feel good

Dezembro tem cara de festa, cheiro de festa, teor alcoólico de festa... Não é um mês pra sofrer, nem levar tudo muito a sério. É um mês pra celebrar, ser feliz, acreditar em Papai Noel, felizes para sempre, ano novo vida nova! É um mês para ser indulgente. Com o outro e consigo próprio. Afinal, a getne é legal na maior parte do tempo, não é mesmo?

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

fim de ano

desde outubro longe daqui... o ano acabando. 2010 foi bacana a seu modo... tenho a impressão que estou cumprindo um tempo de suspensão. Um tempo de digestão. Um tempo de entender e ressurgir. Uma vez eu fiz uma jornada xamânica e meu animal que se apresentou foi uma fênix. Não precisa saber o que é uma jornada xamânica... O importante é saber que a fênix queima e renasce da própria cinza.
É assim que eu me sinto neste período. Reconstruindo com cinzas a rainha que vai renascer. Eu não estou nem com vergonha de parecer tão pouco modesta. Estes não são tempos de modéstia. São tempos de afirmação. São tempos de SIM. Não vale nem talvez. E também são tempos de NÃO.

O joio de um lado. O trigo do outro.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

A boa política

No dia em que eu fui votar, tinha uma senhora subindo a escada, degrau por degrau, bem devagarzinho. Ela devia ter mais de 90 anos. E estava lá pra votar. Achei o máximo! Aí, fiquei pensando que se nem nos locais de votação tem acesso pra pessoas com dificuldade de locomoção, alguma coisa está errada. A linda senhorinha só era velhinha e conseguiu subir aos pouquinhos... Se fosse uma mocinha numa cadeira de rodas, não votaria? Como minha cabeça voa sempre muito - como a de todo mundo - fui parar no seguinte pensamento: será que a gente precisa mesmo perder tanto tempo com problemas hipotéticos? Não seria melhor estar discutindo coisas reais, como verba pra adaptar os prédios públicos para cadeirantes? A política ficou esquecida. A boa política.  E eu tô beeeeeeeem cansada da politicagem...

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

O brilho

Eu me surpreendo sempre com os outros. E na esmagadora maioria das vezes é para o bem. As pessoas acabam sendo melhores do que eu imaginei. Não é fantástico isso? Na verdade, todo mundo faz o seu melhor. Talvez, captar isso dependa da lente que a gente põe na nossa câmera. Eu sempre achei que a vida é sempre igual, o nosso humor é que varia. Demorou pra cair a ficha de que com as pessoas é a mesma coisa. Se a gente procura ver o lado bom, ele está lá, brilhando.
Meu pai, quando começou a namorar a minha mãe, chegava na casa dela e dizia: "Gente que brilha, boa noite!" Não é lindo? Ela brilhava mesmo e o brilho de sol dela iluminava tudo à volta dele.